
Ontem indo para o trabalho, de dentro do ônibus, vi uma borboleta azul, imensa... mas era um azul bizarro, metálico, que refletia a luz do sol, assim que a vi pensei se tratar de um pedaço de papel grande, metálico, azul e reluzente, depois reparei que o papel batia asas.
O mais assustador foi que ela mergulhava pelo ar, dando razantes no asfalto, onde passavam muitos carros pra lá e pra cá, escapou de pelo menos quatro atropelamentos, depois subiu, e voou por cima das pessoas e NINGUÉM a viu. NINGUÉM!
Ficou impressionada com as pessoas, que terminam deixando passar tanta coisa bonita, preocupadas com suas vidinhas sem nem ao menos olhar pros lados, ou qualquer direção que não seja o centro do seu ego.

Um comentário:
também fico perplexo com isso. Pessoas que se sentam de costas para o mar; olham para o topo de um prédio mas não olham o céu e entre outras coisa simples e bonitas que temos todo dia ao nosso lado. As vezes penso que ter esse tipo de visão delicada das coisas é um presente que ganhamos e é criticado pelos não sonhadores.
Postar um comentário